Os eventos da
cidade geralmente eram realizados no Clube Social de Pindobaçu onde hoje
funciona o Rotary, que na época era um depósito da Prefeitura até e que o
Prefeito Cescentino Pereira Maia, durante o seu mandato de dois anos,
transformou em Clube
Social, também lá se realizavam festas da sociedade
pindobaçuense. Outros locais que tivesse um bar onde, o salão fosse bem
espaçoso, a exemplo do que acontecia no bar do “Seu Tintino” onde hoje é o ''A
Mercearia do Baratão'' e próximo ao antigo bar de Pedro Luiz, na praça
principal que hoje é de sua viúva, Professora Julieta e no “Bar de Seu Deijo”
Adejacy Cardoso, que também foi vereador de
1982 a
1988, onde hoje esta estabelecida a
Farmácia Freitas.
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Vista do Bar do Seu Tintino Rocha, Igreja Matriz e a seta aponta para a usina
do motor da Energia Elétrica
Foto arquivo pessoal
do Dr. Aloísio Palmeira
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Para ter
acesso a festa não bastava pagar o ingresso, era obrigatório usar terno e
gravata, quem não tivesse um terno já estava banido do salão, usar bermudas,
nem no carnaval, só começou a usar tal traje no clube durante as festas de
momo, no fim dos anos 80, ate la quem tentasse mudar a norma era visto como
arruaceiro.
Pindobaçu teve músicos tradicionais, quando hoje
observamos a luta dos músicos da terra pelo espaço na mídia, como Zé Moreira,
Rick do Acordeom, Primodart, Sókebrança,e Anônimos entre outros, não podemos
esquecer da tradição que vem de longe, músicos como os que formavam os
primeiros grupos musicais da época que tocavam “Clarinete de Miguel Feitosa e
Osvaldo Feitosa, o Seu Rixo e João Caboclo, Saxofone de Quincas Gastão e
Clérisvaldo, o Seu Clerí que atuou por muito tempo na recepção da Prefeitura, daí acompanhava as violas, cavaquinho, o banjo, pandeiro, tambor (conhecido
como surdo) o triângulo e a inesquecível acordeon”.
“As duas festas mais animadas desta pequena cidade,
era festa de outubro(festa do Padroeiro Senhor Bom Jesus) que deixou muita saudade e natal. O Natal era mais
simples, mais também era animado”. Segundo a aluna Dinalva Santana, que
lembra-se das festas do padroeiro Bom Jesus com saudades, da feira-chique, dos
leilões e, da cestinha de papelão enfeitada, cheia de castanhas, saudoso Pindobaçu das antigas.
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